Em vídeo nas redes sociais, médico de Assis (SP) diz que tomou as doses como forma de testar proteção às variantes do coronavírus.
O médico recebeu a 1ª dose da Oxford/AstraZeneca, vacina produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), nesta segunda-feira (15).
Autorização serve para duas versões da vacina: uma produzida pela AstraZeneca, na Coreia do Sul, e a outra pelo Instituto Serum, na Índia.
País começará a imunizar profissionais de saúde com a vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech nos próximos dias.
Lote é suficiente para a produção de 2,8 milhões de doses
Ministério da Saúde mostrou interesse em comprar 10 milhões de doses da vacina russa. Imunizante ainda não obteve da Anvisa a aprovação do pedido de uso emergencial.
O quantitativo a ser enviado é de 36.800 doses pelo Ministério da Saúde
É a primeira vez em que um estudo de fase 3 de uma vacina contra a Covid leva em conta os casos assintomáticos da doença
Os estudos clínicos da vacina também apontaram uma eficácia de 82,4% em um intervalo de três meses após a segunda dose
Análise inicial foi feita com quase 20 mil participantes; monitoramento continua.
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Caso haja autorização, imunizante poderá ser comercializado
Ao assistir o vídeo depois, a família – formada em parte por profissionais da área da saúde – se chocou ao perceber que o líquido não foi injetado e que a enfermeira teria apenas simulado a aplicação da vacina.
. O governo já distribuiu 57.116 doses para os municípios.
Segundo o Painel de Monitoramento da Vacinação contra a Covid-19, da Sesapi, até esta quarta-feira (27) já foram vacinadas no estado do Piauí 18.711 pessoas.
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