A operação objetiva produzir provas e fazer cessar a atuação de uma organização criminosa investigada por desvio de recursos
PF investiga possíveis fraudes em contratos firmados por prefeitura maranhense em processo de aquisição de testes rápidos.
Mais de duzentos policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães estão em diligências de campo.
PF apura conduta de servidor público e advogado responsáveis por tentar interferir nas investigações policiais que resultaram na Operação Delivery executada pela Polícia Federal em 12/05/2020.
Os crimes que estão sendo cumprido os mandados é homicídio, roubo e tráfico.
O nome da operação tem relação com a denominação dada aos grupos em que foram subdivididos os políticos.
Os presos são suspeitos de fraude no sistema de informações do Detran.
Dentre os mandados expedidos se visou pessoas já inseridas no sistema prisional que emitiam ordens para cometimento de crimes.
A operação é a fim de apurar possíveis ilícitos praticados por organização criminosa com atuação em vários municípios piauienses.
O nome dado a Operação, vem do latim "Aestas", que significa Verão.
As investigações são decorrentes da apreensão de embarcação que encalhou recentemente em área praiana do município de Cajueiro da Praia.
Até o momento sete pessoas foram presas em Fortaleza e região metropolitana, na Operação Precatórios e quatro veículos apreendidos.
Aproximadamente 40 policiais federais de Parnaíba, Teresina e do GPI/SR/PF/MA executam 8 mandados de busca e outras medidas restritivas de direitos.
O atual prefeito é suspeito de liderar organização criminosa que atua para fraudar licitações públicas.
Participam da Operação Independência conta 52 policiais, entre Civis e Militares.
Um efetivo de 30 policiais federais deu cumprimento a cinco mandados de busca e apreensão.
Participam dessa ação 55 policiais civis e 85 policiais militares, com o objetivo de cumprir 15 mandados de busca e apreensão, sendo 13 desses mandados em apartamentos
As ordens judiciais cumpridas hoje têm o intuito de aprofundar as investigações acerca de irregularidade dos processos de dispensa de licitação.
Integrantes do grupo que estão detidos em presídios federais recebiam auxílio mensal por terem ocupado cargos de alto escalão.
A operação realizada em Teresina tem relação com o afastamento imediato do governador Wilson Witzel (PSC).
O nome da operação faz referência à conduta daqueles que obtém acesso ilegal a informações resguardadas pelo sigilo.