Policia prende os Acusados de matar o policial que Fazia a Segurança do Filho do Governador Wellington Dias
Em suas considerações o Coronel destacou o início do plano emergencial de segurança pública implantado pelo Governo do Estado no Piauí.
Um dos acusados afirmou que matou um homem identificado como Paulo, e que foi para defesa. “Ele tentou me matar, por isso eu matei ele”, afirmou.
A família, natural de Pedro II, cidade do norte do Piauí, para onde o corpo será levado, chegou a São Paulo há mais de dez anos
Operações
Tiros
Operação foi realizada no último domingo
Defensor das questões sociais no Estado, Júnior defende a implantação de políticas de incentivo ao desenvolvimento intelectual de jovens.
Em alguns momentos, o homem deixa claro que os acusados vão pagar pelo crime, e vão aprender a respeitar a polícia do Piauí.
Francisco Nunes fazia segurança da família e de Vinícius Dias há mais de oito anos.
Crime
Sefaz
Assalto
A operação FOX, executada pela Força Tática da 5ª CIPM de Paulistana (PI), teve inicio após levantamento de área do Serviço de Inteligência da 5ª CIPM com apoio da Secretaria de Segurança do Estado.
O preso será encaminhado para a casa de custódia.
Marcos Vinícius tem 21 anos de idade e foi transferido para o sistema prisional.
A onda de violência que alcança a zona Sul está apavorando a população, principalmente com os crimes violentos dos últimos dias, sobretudo na Vila Irmã Dulce
A nota cita que a Polícia Civil de São João do Piauí instaurou, nos últimos 03 (três) meses, 32 (trinta e dois) Inquéritos Policiais, dos quais apenas dois ainda não foram remetidos ao Poder Judiciári
Bicho
Os moradores da região afirmam que a insegurança predomina no bairro.
Alegre
Foragido da Justiça de São Paulo é preso pela Polícia Militar de Jaicós
Segundo informações dos policiais, o homem foi assassinado com pelo menos oito facadas, e a delegacia de homicídios vai investigar o caso.
Foi pelas redes sociais que a pesquisa de Alden encontrou popularidade: mais de 5.000 pessoas acompanham suas postagens no Facebook
Estudo levantou 50 mil documentos e fotos em presídios e delegacias, institutos médicos legais, jornais, revistas e redes sociais, além de raras entrevistas com detentos