As afirmações foram feitas originalmente em uma postagem do Facebook que atingiu mais de 22 mil compartilhamentos
"Estamos preparando nossa rede de saúde para que ela possa atender os cariocas com a maior brevidade possível e sem riscos”, escreveu o prefeito eleito.
Segundo o governador Wellington Dias, o texto aprovado ajuda a dar agilidade às vacinas produzidas no Brasil
A CoronaVac está na terceira fase de testes e sua eficácia precisa ser comprovada antes da liberação pela Anvisa.
O Ministério da Saúde já havia apresentado uma versão do material na semana passada.
Centros de apoio e promotorias do Ministério Público apontam indícios de alarde por perigo inexistente e propagação de notícias falsas, irregularidade prevista em lei estadual cearense.
"Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu", disse o presidente.
Os especialistas tinham esperança de que o poder de imunização do Brasil lhe permitissem lidar com o fim da pandemia melhor do que com o início
Especialistas criticam atitude, afirmando que a burocracia dificulta o acesso à vacina.
Testes de eficácia atingiraram patamar ideal, segundo governo de São Paulo
Previsão inicial era de que documentos fossem entregues à Agência até dia 15 de dezembro. Dados sobre eficácia da vacina e demais informações a respeito dos testes feitos no Brasil devem ser enviado no dia 23.
Nos Estados Unidos, a distribuição será feita pela rede privada.
Para Dias, as vacinas devem chegar a todos e precisam ser seguras.
Documento entregue ao STF cita Coronavac e fala em 108 milhões de doses para população prioritária.
Segundo o governador, a capacidade de produção chegará a 1 milhão de doses por dia
A vacinação em dezembro ou no início de janeiro, informou a pasta, seria em caráter emergencial