Período, de 20 dias, começa na segunda-feira; torneios estão interrompidos
Clube espera que competições retornem até 15 de maio mesmo que com portões fechados e se prepara para atravessar a turbulência financeira
Times participantes do campeonato anunciam as medidas para diminuir despesas durante a paralisação do futebol
Entrave é a política, porque federações são eleitoras da CBF. Mas, neste momento, o menor problema é a política
Atletas só assinam se CBF avalizar
Presidente do Bahia prevê máximo de três meses de sobrevivência sem jogos
O técnico diz que a CBF errou em não exigir das federações a paralisação de todos os campeonatos devido à pandemia do novo coronavírus
Moisés Cohen diz que a suspensão de tem o intuito de minimizar o ápice de contágio do coronavírus
Embora a primeira rodada seja entre os dia 2 e 4 de maio, as datas dos jogos ainda não foram definidas.
Gabigol, Bruno Henrique e Arrascaeta marcaram os gols da vitória do Flamengo.
Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO) será o árbitro
Mais do que isso, sem o time campeão na principal tela, o Carioca perde bastante em divulgação e se torna uma competição até meio clandestina
Jogos do Brasileirão poderão sofrer mudanças em 2020.
O torneio começará em fevereiro e terá as finais antecipadas para setembro, para evitar acúmulo de jogos decisivos em Campeonato Brasileiro, Libertadores e Sul-Americana.
Em 2020, competição terá início em fevereiro, e finais estão marcadas para setembro.
Campeão com 16 pontos de vantagem, Rubro-Negro carioca tem nove no time ideal do campeonato nesta temporada.
Lateral rubro-negro classifica time inglês como o "melhor do mundo" e afirma: "São muito melhores tecnicamente que a gente".
O camisa 9 rubro-negro publicou uma foto com a sua amada nas redes sociais.
Não está decidido (o local do jogo) por causa do regulamento.
O cronograma conta com duas grandes novidades.
Rubro-Negro encara Inter e São Paulo antes de perder Gabigol.
Timões se enfrentam nesta terça-feira, às 20h (de MS), no Allianz Parque, em São Paulo.
Especialistas alertam que a mudança jurídica não resolve problemas de gestão e que é preciso controlar gastos e aumentar receitas.