Ministério Público deve entrar na próxima semana com uma ação sobre a paternidade
Nos locais mais improváveis surgem encontros de paixão, como a história do casal que se conheceu em uma clínica para tratar distúrbios alimentares.
Eles são acusados de torturar quatro funcionários suspeitos de ter estuprado e matado a adolescente Tayná
Tayná foi morta no dia 25 de junho, em Colombo (PR)
Menina de um ano e meio foi morta a pedradas no último domingo (14).
Tio de adolescente registrou queixa contra Marcelo, em Barreiras, na Bahia.
Médicos chegaram a desenganar criança que nasceu com 622g.
Declaração veio após a suspeita do crime ter sido liberada nesta terça (16). Suspeita tem 12 anos; segundo a delegada rixa de torcidas motivou o crime
Declaração veio após a suspeita do crime ter sido liberada nesta terça (16).
A menina teve a mandíbula operada e segue internada.
Azabache foi afastado da escola e não poderá dar aulas até o julgamento
Testes de DNA não comprovaram culpa dos quatro acusados de estuprar e matar adolescente Tayná. Eles dizem que foram torturados para confessar.
Sendo a terceira da linha de sucessão da coroa britânica, sua aparição rendeu muita vendagem para a revista "OK!"
Holocausto brasileiro: 60 mil morreram em manicômio de Minas Gerais
Quanto às investigações da morte do garoto, nada está sendo feito e a polícia não dispõe de suspeitos
Ela afirma a filha decidiu retirar a denúncia por ter sido pressionada pelo ator.
Família suspeita que casal tenha sido sequestrado e acionou a polícia.
A mãe acredita que o estrangeiro tinha tudo planejado.
Desde que começou a funcionar, o Centro Integrado de Reabilitação, o CEIR,tem conquistado mais espaço entre os grandes centros de tratamento do País
A OAB teve dificuldades para conversar com os presos.
Tio de jovem registrou queixa contra cantor por suspeita de abuso sexual
A cúpula da Segurança Pública não informou se os quatros serão, agora inocentados, ou se permanecerão presos.
A universitária foi abordada, já na rua de casa, por um desconhecido.
O círculo é formado por mulheres e, no corredor, os homens são guardas voluntários dispostos a proteger as manifestantes.
Crime ocorreu há um mês na capital paulista, segundo relato da vítima.