Manifestação buscou clamar por justiça para um crime que ainda permanece sem solução completa.
Marielle foi morta a tiros dentro de um carro na Rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na Região Central do Rio de Janeiro, por volta das 21h30 do dia 14 de março de 2018.
Esse depoimento teve um papel crucial para que Élcio de Queiroz, outro réu envolvido, concordasse em fazer um acordo de delação.
No depoimento de Élcio de Queiroz, Ronnie Lessa foi autor dos disparos.
Todos envolvidos no assassinato de Marielle Franco são milicianos
Um dos motivos que fez Élcio colaborar foi sua percepção de que a identificação dos responsáveis pelo crime estava se aproximando
Quem foi o mandante? Qual foi a motivação por trás dos assassinatos? Essas questões ainda assolam a investigação
Élcio foi o motorista do veículo Cobalt prata usado no atentado contra Marielle em 14 de março de 2018 e está sob custódia desde 2019.
Élcio nega a participação nas execuções e diz que passou a fazer parte das ações do grupo somente no dia 14 de março de 2018.
Em depoimento, ex-PM relata que na noite do ano novo de 2017 para 2018, Ronnie narrou uma tentativa frustrada de assassinar a vereadora
Em depoimento, confessou ter dirigido o carro do ataque à vereadora e afirmou que Ronnie Lessa de fato fez os disparos com uma submetralhadora
Segundo a investigação, o armamento foi retirado de um apartamento de Ronnie Lessa na Taquara dias antes da sua prisão, em 2019.
Maxwell Simões Corrêa foi preso em sua mansão de três andares num condomínio de luxo
Polícia Civil faz buscas na casa de um bombeiro na manhã desta quarta (13). Ação nesta terça resultou na prisão de suspeitos de executarem a vereadora e Anderson Gomes.
Número de denúncias contra paramilitares na cidade já é maior do que contra o tráfico. Criadas sob aplausos de governantes, elas lucram sem serem incomodados.