Grupo de hackers vazou também dados de ministros e aliados do presidente
O vazamento foi anunciado pela célula brasileira descentralizada de hacktivistas Anonymous às 21h30 no Twitter
Ministro afirmou que eventual descumprimento de decisão judicial por Bolsonaro seria crime de responsabilidade
O ato novamente gerou aglomerações desaconselhadas pelas autoridades de saúde devido à pandemia do coronavirus.
Ato organizado por torcidas de futebol na Paulista começou com coros por democracia. Houve encontro e tensão com apoiadores de Bolsonaro. PM entrou entre os grupos e usou bombas de efeito moral para dispersar torcedores, que atiraram pedras e paus.
O grupo hacker Anonymous entrou nos protestos antirracistas contra a morte de George Floyd.
Palácio do Planalto não informou sobre agenda do presidente.
Apoiadores do presidente Bolsonaro agrediram profissionais de saúde em protesto no dia 1ª de maio. Entre os indiciados, também está estudante que tentou defender enfermeiros.
O ministro da Educação disse que, por ele, "botava esses vagabundos todos na cadeia, começando no STF".
Procurador-geral pediu suspensão depois de operação da PF ter realizado buscas e apreensões contra blogueiros e empresários aliados do presidente Jair Bolsonaro.
A operação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator no Supremo Tribunal Federal