"Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu", disse o presidente.
Quase um ano depois dos primeiros casos de Covid-19 na China e a poucas semanas das festas de fim de ano – e férias de verão no hemisfério sul – o mundo vive uma incerteza: é seguro reunir família e amigos? E viajar?
Apenas serviços essenciais, como mercados, farmácias e bancos, poderão funcionar. País teve maior número de registros e mortes na última semana.
São os piores números diários em quase um ano de pandemia, chegando a 69,5 infecções e 1,58 milhão de vítimas.
Pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, 9, pelo IBGE
No Rio, medidas foram anunciadas pelo governador Cláudio Castro e o prefeito Marcelo Crivella.
Nesta quinta-feira (3), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) registrou 3,7 mil novos casos da Covid-19 e um aumento na média móvel.
A adoção do projeto ocorre duas semanas depois de o primeiro-ministro japonês declarar que o país está em "alerta máximo"
Apesar de ser a segunda causa de morte no Brasil¹, doença ainda gera dúvidas sobre prevenção, tratamento e impactos na vida das pessoas
O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa no início da tarde desta segunda-feira (30).
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (24) do Imperial College de Londres, no Reino Unido.
Jaime e Jaciara eram casados havia 40 anos e estavam internados em hospitais diferentes do estado. Segundo a família, os dois eram considerados do grupo de risco para a doença.
Segundo o Ministério, 5.389.863 pessoas se recuperaram da doença, com outras 388.531 em acompanhamento.
Aumento de 18% no número de internações teria ocorrido principalmente por conta de pessoas que estiveram em confraternizações
País tem 166.078 óbitos e 5.876.791 diagnósticos pela Covid-19, segundo levantamento junto às secretarias estaduais de Saúde. Médias móveis de mortes e de casos estão em alta.
Decreto foi publicado no Diário Oficial nesta terça-feira (17). Estado segue em quarentena desde março. Nesta segunda (17), gestão Doria admitiu aumento de internações em novembro e adiou reclassificação da flexibilização.
Desde o início da pandemia, 5.848.959 pessoas receberam teste positivo para o novo coronavírus.