Suspeito foi encaminhado à Delegacia da Mulher. Caso aconteceu em Santa Rita, região metropolitana da João Pessoa
João Paulo Norões de Lima Menezes foi preso no dia 10 de julho de 2020 pelo Núcleo de Feminicídio do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
Ricardo Alves se apresentou na unidade, na companhia de um advogado e deu sua versão do fato, que ocorreu na noite do domingo (24).
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Segundo o delegado, após as agressões, a vítima ainda conseguiu chegar até a casa de uma irmã, que a socorreu até a um hospital do município.
Um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Defesa dos Direitos da Mulher de Campo Maior.
De acordo com a Polícia Militar, a mulher se dirigiu ao prédio onde fica o localizado o GPM de Elesbão Veloso e denunciou o companheiro.
O acusado foi conduzido à 12ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Paulistana para a adoção dos procedimentos cabíveis.
A Polícia Civil informou que o mesmo tem personalidade agressiva e que, usando uma faca, ameaçou matar a sua companheira.
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Polícia foi acionada pouco depois das 22h30, quando testemunhas flagraram o homem espancando a mulher dentro da casa
A mulher foi atingida por dois golpes de faca desferidos pelo próprio esposo, Airton Ferreira Lima, que já vinha fazendo ameaças de morte contra a companheira por não aceitar a separação.
Os policiais seguiram em diligência e conseguiram encontrar o agressor no Centro da cidade de Betânia do Piauí.
A Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá concluiu que assessora de imprensa Swellen Sauer foi vítima de lesão corporal.
Homem negou as acusações, mas companheira comprovou lesões aos policiais militares
Pamella Holanda contou, em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, que ainda não sabe o que irá ser da sua vida.
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Após a chegada dos policiais, ele foi preso e confessou o crime na delegacia
Maithê Fernandes da Costa, de 25 anos, explica que perdeu a conta nas redes sociais após a segunda prisão do ex-companheiro. Ela foi ofendida na internet depois da repercussão do caso.
À polícia, Werlei Francisco de Oliveira disse ter ficado nervoso com o filho que não estava entendendo uma matéria da escola ao fazer um "para casa".
Os policiais militares foram chamados pelos profissionais de saúde de uma UPA de Caratinga, para onde a criança foi levada com ferimentos graves.
Uma testemunha próxima da vítima conta que Priscila era impedida de deixar sua casa por parte do agressor, além de sofrer agressões e ser ameaçada.
O acusado levou a vítima arrastada para um matagal, onde a manteve a força, até ser encontrado e preso em flagrante.
O preso confessou o crime após ser interrogado e alegou ter matado a vítima porque não aceitava o fim do relacionamento.
De acordo com sua defesa, que pediu a revogação da prisão, alegou que o acusado tem alguns problemas de saúde que não podem ser tratados na penitenciária