Ele confessou o crime durante depoimento ao delegado após ser preso.
Segundo as investigações, o acusado representava os interesses da facção no Piauí e teria envolvimento no assassinato de Leonardo Evangelista.
Se julgado e condenado, ele poderá ter seus direitos políticos cassados e perder seu mandado como vereador e não disputar as próximas eleições.
As investigações continuam e a Delegacia de Buriti dos Lopes apura se há outras possíveis vítimas do agressor.
O mandado de prisão foi expedido pela comarca de Buriti dos Lopes.
Foi decretada a prisão preventiva do policial para garantia da ordem pública e para resguardar a aplicação da lei penal
A prisão ocorreu após policiais do 18º BPM receberem a denúncia de violência doméstica e irem até o local.
O crime aconteceu no dia 29 de junho de 2020, após ele chegar embriagado em um bar e se passar por policial no interior do Piauí.
Os homens fazem parte de um trio especializado em golpes em compras de aparelhos celulares.
. O caso foi denunciado na delegacia de Polícia Civil de Barras, no Norte do Piauí.
De acordo com as informações, os crimes ocorreram no estado de São Paulo.
A pessoa recebe uma ligação de alguém que se apresenta como funcionário do banco, alegando que o cartão de crédito foi clonado.
A polícia realizou a prisão do acusado após denúncias de familiares.
O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 24 junho.
Na delegacia, ele confessou a autoria do crime, dizendo que primeiramente teria tentado atingir a vítima com uma garrafa e depois com um pedaço de madeira.
Máximo Ribeiro de Sá foi condenado pela Justiça do Piauí pelo assassinato de três pessoas em 1994.