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Saiba o que Lula e governo planejam fazer para o Dia do Trabalhador

Tanto Lula quanto o ministro Luiz Marinho farão um pronunciamento em rede nacional nesta terça-feira (30), às 20h30, na véspera do feriado

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Balanço de ações: Lula e Marinho destacam geração de emprego, salário mínimo e isenção do IR. Regulamentação sensível: Governo busca regular plataformas de transporte e entregas, enfrenta resistências. Afago aos sindicatos: Lula acena para entidades, relembra trajetória sindical, evita comparar com Bolsonaro.
Presidente Lula (PT) | Foto: Ricardo Stuckert/PR
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Durante a celebração do Dia do Trabalhador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planejou apresentar um balanço das ações de seu governo destinadas aos assalariados e trabalhadores informais. Os discursos devem enfatizar a geração de emprego e a recuperação do salário mínimo. Tanto Lula, em ato em São Paulo, quanto o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que fará um pronunciamento em rede nacional nesta terça-feira (30), às 20h30, na véspera do feriado, reforçarão esses temas.

RESISTÊNCIA DO CONGRESSO: Lula também pretende mencionar, de maneira genérica, a intenção do governo de regular plataformas de transporte de passageiros e entregas. O tema é complexo e enfrenta resistências no Congresso Nacional. O governo deve destacar o retorno do Brasil como uma das dez maiores economias do mundo, além da abertura de novos mercados pelo Ministério da Agricultura e o controle da inflação.

IMPOSTO DE RENDA: Os discursos de Lula e Marinho também abordarão a promessa de campanha de isentar do pagamento do Imposto de Renda brasileiros com renda de até R$ 5 mil até 2026. Ao se dirigir às centrais sindicais, o presidente deve destacar sua experiência como sindicalista, apontando os avanços do governo sem fazer comparações com a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O OBSTÁCULO "LIRA"Lula deve reiterar sua intenção de regulamentar o trabalho de motoristas de aplicativo, embora o governo tenha enfrentado dificuldades ao lançar um projeto de lei sem articulação com o Congresso. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já expressou a opinião de que o texto do governo pode enfrentar obstáculos para aprovação na Câmara dos Deputados.

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