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Comissão vota projeto que aumenta pena para crimes cometidos durante saidinhas

Colegiado também deve votar PL que sugere detenção em presídio federal para assassinos de policiais e membros das Forças Armadas

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Debate retorna ao Congresso com proposta de endurecimento das regras. Projeto de lei propõe aumento da pena para crimes cometidos durante as saídas temporárias. Após aprovação na Comissão de Segurança Pública, o projeto seguirá para a CCJ e, se aprovado, para a Câmara dos Deputados.
Comissão vota projeto que aumenta pena para crimes cometidos durante saidinhas | Foto: Akira Onuma / Susipe / Agência Pará
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O debate sobre saídas temporárias de presos retorna ao Congresso Nacional nesta terça-feira (25), com a análise de um pacote de propostas que visam endurecer as regras sobre prisões e cumprimento de penas. Os projetos de lei estão em tramitação na Comissão de Segurança Pública do Senado.

Um dos textos, de autoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), propõe o aumento da pena para aqueles que cometerem crimes durante a saída temporária, liberdade condicional, prisão domiciliar ou enquanto estiverem foragidos. 

O relator, Esperidião Amin (PP-AL), divulgou um parecer favorável à proposta em novembro do ano passado. Ele argumenta que, se aprovada, a lei desestimulará os condenados que estão fora da prisão de praticarem novos crimes. 

Caso aprovado, o texto será enviado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O projeto de lei tramita em caráter terminativo, o que significa que poderá ser encaminhado diretamente à Câmara dos Deputados após a aprovação nas comissões do Senado, sem necessidade de passar pelo plenário. 

LEI DAS SAIDINHAS

O projeto de lei foi pautado na CSP em março e abril, mas a votação foi adiada para aguardar a sanção do presidente Lula (PT) sobre a lei que extingue as saídas temporárias. Aprovada em maio pelo Congresso, a lei mantém as saidinhas apenas para detentos que cursam supletivo profissionalizante, Ensino Médio ou Superior. Lula vetou um trecho que permitia saidinhas para visitas familiares, mas o Congresso derrubou o veto.

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