PM que matou motociclista de app com tiro à queima-roupa é afastado por 120 dias

Além do inquérito criminal, conduzido pela Polícia Civil, Venilson Cândido da Silva responde a um processo administrativo que pode resultar em sua expulsão da corporação

PM que matou motociclista é afastado de atividades por 120 dias | Reprodução/Internet
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O sargento da Polícia Militar Venilson Cândido da Silva, de 50 anos, que matou o motorista de aplicativo Thiago Fernandes Bezerra, com um tiro à queima-roupa em Camaragibe, no Grande Recife, foi afastado da corporação por 120 dias. O crime aconteceu no domingo (01) e a vítima morreu na hora.

O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, assinou a decisão do afastamento nesta quarta-feira (04). Após o assassinato, o sargento foi espancado por moradores e levado a um hospital. Depois, foi transferido para o Centro de Reeducação da Polícia Militar (Creed), em Abreu e Lima, no Grande Recife. Em audiência de custódia, ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

RESPONDENDO A UM PROCESSO 

Além do inquérito criminal, conduzido pela Polícia Civil, Venilson Cândido da Silva responde a um processo administrativo aberto pela Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS), que pode resultar na expulsão dele da corporação.

A portaria com a decisão, publicada no Boletim Geral da SDS, estabelece que o afastamento por 120 deve ser prorrogado pelo mesmo período caso o processo disciplinar não tenha sido concluído. No entanto, se passar o prazo da prorrogação e o procedimento não tiver terminado, o sargento pode retornar às atividades.

Além disso, o documento determina que o policial deve ficar sem direito ao porte de arma até a conclusão do processo administrativo.

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