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PM morta foi imobilizada por trás e baleada: o que a perícia descobriu sobre o caso Gisele Alves - Sangue movimentou no corpo

Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas essa hipótese foi descartada ao longo da investigação. - Sangue movimentou no corpo

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Sangue movimentou no corpo

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A perícia também concluiu que o padrão de escorrimento do sangue no corpo de Gisele Alves Santana é incompatível com a posição em que ela foi encontrada, o que reforça a suspeita de que a cena tenha sido alterada após a morte.

De acordo com os laudos, o sangue inicialmente escorreu pelo ombro da policial logo após o disparo, indicando a posição em que ela estaria no momento em que foi baleada. No entanto, em seguida, esse fluxo mudou de direção quando o corpo foi colocado no chão, passando a atingir a região do peito.

Para os peritos, essa alteração no trajeto do sangue é um indício importante de que o corpo foi movimentado depois do tiro, possivelmente para simular outra dinâmica para a morte.

A mudança no padrão de escorrimento é considerada um dos elementos centrais da perícia, já que ajuda a reconstruir a sequência dos fatos e reforça a conclusão de que a posição final da vítima não corresponde ao momento exato em que o disparo foi efetuado.

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