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PM morta foi imobilizada por trás e baleada: o que a perícia descobriu sobre o caso Gisele Alves - Gisele tentou desviar a cabeça no momento do disparo

Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas essa hipótese foi descartada ao longo da investigação. - Gisele tentou desviar a cabeça no momento do disparo

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Gisele tentou desviar a cabeça no momento do disparo

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A perícia apontou que Gisele Alves Santana ainda teria tentado reagir instantes antes de ser baleada. Segundo a reconstituição, a policial moveu a cabeça para o lado esquerdo em uma tentativa de desviar do disparo, gesto que pode indicar um reflexo de defesa diante da ação repentina do atirador.

De acordo com os laudos, esse movimento deixou marcas de unhas e de dedos no rosto da vítima, compatíveis com uma possível imobilização no momento em que ela foi surpreendida.

Ainda segundo a análise pericial, foi justamente nesse instante que o tiro foi efetuado. O sangue projetado após o disparo atingiu o vidro da varanda e também a parede do apartamento, formando um padrão considerado relevante pelos investigadores.

Os peritos identificaram no local uma chamada “área de sombra”, compatível com a presença da mão de quem teria efetuado o disparo. Esse tipo de marca é analisado como um indício importante na reconstrução da dinâmica do crime, pois pode indicar a posição do atirador no exato momento em que a arma foi acionada.

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