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PM achada morta com tiro na cabeça pediu ajuda a familiares dias antes de morrer

O corpo da PM foi encontrado na última quarta-feira (18) no Brás, na região central de São Paulo.

Gisele Santana e Geraldo Leite Rosa Neto | Foto: Reprodução
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Poucos dias antes de ser encontrada morta com um tiro na cabeça, a policial militar Gisele Santana conversou com familiares pedindo ajuda. “Pai, vem me buscar porque eu não aguento mais", escreveu ela em uma mensagem. O corpo da PM foi encontrado na última quarta-feira (18) no Brás, na região central de São Paulo.

Segundo parentes, Gisele não suportava mais a pressão no relacionamento com o  tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto. Inicialmente registrado como suicídio, o caso passou a ser investigado como morte suspeita após familiares relatarem histórico de violência psicológica, controle e ameaças.

PM encontrada morta em SP | FOTO: Reprodução

INVESTIGAÇÃO

De acordo com o Fantástico, a família também relatou que a filha da PM, de 7 anos, teria presenciado discussões e episódios de violência psicológica dentro de casa. Além disso, Gisele mudou de comportamento depois do casamento, em 2024. Segundo eles, a policial teria se afastado da família e passado a viver sob restrições impostas pelo marido.

O QUE DIZ O SUSPEITO?

Na versão apresentada à polícia, o tenente-coronel disse que havia comunicado à esposa que queria se separar. Ele afirmou que, após uma discussão, foi tomar banho e ouviu um disparo. Ao sair, encontrou Gisele ferida, com a arma dele na mão.

Marido de PM é suspeito de matá-la | FOTO: Reprodução

Segundo relatos, dias antes da morte, Gisele telefonou ao pai pedindo ajuda para sair de casa, mas decidiu permanecer após dizer que tentaria conversar novamente com o marido.

A investigação está em andamento e é conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, com acompanhamento da Polícia Militar. 

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