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Justiça converte em preventiva prisão de lutador que agrediu mulher em elevador

Lucas Portela foi preso após atacar duas vizinhas e ameaçar moradores de um edifício na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro

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  • Juíza do Rio converte prisão de Lucas Portela em preventiva após agressão a vizinhas.
  • Homem invadiu apartamento de idosa e agrediu outra vizinha com golpes na cabeça e rosto.
  • Vítima escapou com ajuda do porteiro e foi socorrida pelos bombeiros.
  • Lucas resistiu à abordagem policial e foi atingido por disparos nas pernas.
  • Juíza justificou prisão preventiva para cumprir mandado do Tribunal de Justiça.
Lucas Portela, lutador preso após agredir mulher e invadir apartamentos | Foto: Reprodução
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A Justiça do Rio de Janeiro converteu em preventiva a prisão de Lucas Portela Fontana Gomes, suspeito de agredir duas vizinhas em um edifício na Tijuca, Zona Norte da capital fluminense. A decisão foi tomada neste sábado (7), durante audiência de custódia.

O caso aconteceu na madrugada de quinta-feira (5), quando o homem teria invadido o apartamento de uma moradora de 81 anos e feito ameaças contra outros moradores do prédio.

Ao ouvir gritos de socorro e saber que a idosa estava sozinha, outra vizinha decidiu subir até o terceiro andar para verificar a situação. No entanto, ao sair do elevador, foi surpreendida pelo suspeito.

Segundo o registro policial, a mulher foi obrigada a ficar de joelhos e agredida com golpes na cabeça e no rosto. O homem também teria aplicado um golpe conhecido como mata-leão e feito ameaças de morte durante o ataque.

A vítima conseguiu escapar e recebeu ajuda do porteiro do edifício. Em seguida, foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Municipal Souza Aguiar.

Prisão do suspeito

Policiais militares e guardas municipais foram acionados para atender à ocorrência. Durante a abordagem, Lucas resistiu à ação dos agentes e tentou entrar em luta corporal com eles.

Na ocasião, o suspeito foi atingido por disparos nas pernas e posteriormente imobilizado.

Ao converter a prisão em preventiva, a juíza Laura Noal Garcia afirmou que a manutenção da detenção "é necessária para dar prosseguimento ao cumprimento do mandado expedido pelo Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)".

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