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Homem morre ao cair do 14º andar após ser amarrado, dopado e torturado por colegas

Seis pessoas moravam no apartamento: a namorada da vítima, os quatro suspeitos e um homem que denunciou o caso após a chegada da polícia.

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  • Homem de 27 anos morre após cair do 14º andar de prédio em Londrina.
  • Vítima foi agredida, dopada e torturada por colegas da namorada.
  • Quatro homens presos por tortura e cárcere privado com resultado morte.
  • Crime ocorreu após suspeitos acreditarem que ele furtou câmera avaliada em R$ 12 mil.
  • Victima foi amarrada, agredida e forçada a ingerir medicação que causava irresponsividade.
Apartamento onde Alexandre Rodrigues Ramos caiu | Foto: Reprodução
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Um homem identificado como Alexandre Rodrigues Ramos, de 27 anos, morreu nesta sexta-feira (14) ao cair do 14º andar de um prédio de Londrina, no Norte do Paraná. A queda aconteceu após ele ter sido agredido, dopado e torturado por colegas da namorada dele, segundo a Polícia Civil. 

A Polícia Civil quer entender se Alexandre foi jogado ou se ele se jogou para fugir das agressões. Quatro homens, com idades entre 22 e 24 anos, foram presos por tortura, com agravante de cárcere privado e resultado morte. 

Seis pessoas moravam no apartamento: a namorada da vítima, os quatro suspeitos e um homem que denunciou o caso após a chegada da polícia.

O CRIME

Segundo o delegado Miguel Chibani, Alexandre estava visitando a namorada e, por volta das 22h30 de quinta-feira (13), foi confrontado, com uma faca, pelos quatro suspeitos, que acreditavam que ele tinha furtado uma câmera fotográfica avaliada em R$ 12 mil.

Em seguida, conforme o delegado, Alexandre foi trancado em um dos cômodos do apartamento, teve os pés e mãos amarrados com um cabo de extensão e passou a ser agredido.

Segundo Chibani, os suspeitos forçaram Alexandre a ingerir dois comprimidos de uma medicação que causa irresponsividade. "Ele foi agredido mediante chute, soco, tapa no rosto, foi ameaçado de morte, houve o relato de que um deles dizia que eles iam retalhar o corpo... Ele acabou falando a respeito do furto e admitiu. A vítima do furto, que no caso é coautora dessa tortura, acabou ainda na madrugada se deslocando e conseguiu conversar com o comprador da câmera, que já tinha se desfeito dela em troca de um celular e de uma quantia em dinheiro", detalha Chibani.

Conforme o delegado, foram cerca de quatro horas de sucessivos ataques contra a vítima.

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