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Ex-PM foi executado por grupo de agiotagem de ex-policiais, conclui investigação

Kleber Gonçalves, de 47 anos, foi morto em outubro de 2024, no bairro São José, em Vitória.

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  • Polícia Civil conclui que ex-policiais militares foram responsáveis pelo assassinato de Kleber Gonçalves em Vitória (ES) em outubro de 2024.
  • Dos presos, Cleilton dos Reis é apontado como responsável pelos disparos contra a vítima e Rodolfo da Silva Mercier foi flagrado dando apoio à fuga do atirador.
  • O mandante do crime era o ex-PM Weber Lins Pereira, que foi morto ao sair de uma igreja em maio deste ano.
  • A rede criminosa envolvida com agiotagem foi responsável pelo crime e dois homens foram presos por envolvimento na execução da vítima.
Ex-policial militar Kleber Gonçalves, de 47 anos | Foto: Reprodução
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Um pouco mais de um anos após o assassinato do ex-policial militar Kleber Gonçalves em Vitória (ES), a Polícia Civil concluiu que uma rede criminosa formada, principalmente, por ex-policiais militares envolvida com agiotagem foi responsável pelo crime, ocorrido em outubro de 2024.

Durante as investigações, dois homens foram presos por envolvimento na execução da vítima. Segundo as informações divulgadas nesta quarta-feira (29), o mandante do crime, um ex-PM, também foi morto a tiros no ano seguinte. A polícia disse que a morte de Kleber foi motivada por um desentendimento interno do grupo.

Um dos presos é Cleilton dos Reis, de 55 anos, apontado pela polícia como responsável pelos disparos contra Kleber. O outro é Rodolfo da Silva Mercier, de 34 anos, que foi flagrado dando apoio à fuga do atirador. 

Ainda de acordo com a PC, o mandante do crime era o ex-PM Weber Lins Pereira. Ele foi morto ao sair de uma igreja no dia 2 de maio deste ano.

Envolvidos na morte de Kleber Gonçalves  | FOTO: Reprodução

O CRIME

Kleber Gonçalves, de 47 anos, foi morto em outubro de 2024, no bairro São José, em Vitória. O crime foi registrado por câmeras de segurança. O vídeo mostra um carro parando em frente à hamburgueria da vítima.

Cleilton desce pelo lado do carona, entra no local com o rosto coberto, atira e foge. Kleber chegou a ser socorrido, mas morreu dias depois no hospital.

Cinco meses antes da morte, ele já tinha sofrido uma tentativa de assassinato.  De acordo com a Polícia Civil, após o crime, Cleilton teria incendiado o carro usado na ação, nas proximidades de uma pedreira, no bairro Joana D’Arc, e fugido a pé. 

Já Rodolfo deu apoio à fuga do atirador. Ele foi preso após um cerco montado pela polícia.

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