No fim de abril, a disputa chegou à esfera criminal. Daiane registrou um boletim de ocorrência por violação de domicílio, alegando que o síndico teria entrado em seu apartamento sem autorização. O síndico confirmou a entrada, afirmando que foi ao local para registrar imagens da suposta marcenaria.
Em maio, Daiane apresentou novas queixas. Em áudios e mensagens, afirmou que o síndico estaria impedindo seu trabalho como corretora no condomínio e orientando funcionários da portaria a barrar a entrega de encomendas.
A administração do prédio emitiu ao menos duas notificações relatando episódios envolvendo Daiane na recepção, mencionando abordagens repetidas, gravações e discussões com funcionários.