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Lucas Padula

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VÍDEO: Suspeito de matar mulher com taco de baseball é preso em SP; Homem confessou o crime

Investigações apontam que Brunno teria iniciado uma discussão em um bar com a vítima

Testemunhas chegaram a ver as agressões, mas não socorrem a vítima. | Foto: Reprodução

A Polícia Civil de São Paulo prendeu o suspeito de assassinar brutalmente uma mulher com golpes de taco de beisebol em Itanhaém, no litoral paulista. O crime, que chocou moradores da região, foi registrado por câmeras de monitoramento e ocorreu na madrugada do último dia 16 de abril.

Brunno Prado Lobo da Silva, de 33 anos, foi capturado cinco dias após o homicídio. Segundo as investigações, ele confessou o crime aos próprios pais antes de fugir da cidade. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que localizaram o suspeito em Peruíbe, município vizinho.

De acordo com a polícia, a vítima, Viviane de Jesus Bonfim,de 44 anos, foi morta em frente à própria casa, no bairro Gaivota. As imagens mostram o momento em que o agressor segue a mulher e a atinge diversas vezes com um taco de beisebol. A motivação do crime teria sido uma discussão iniciada em um bar próximo.

Ainda conforme apurado, após o desentendimento, Viviane deixou o local, mas retornou pouco depois acompanhada de seu cachorro, um pit bull. O animal teria atacado o suspeito e o cão dele, o que agravou a situação. Em seguida, Brunno se armou com o taco e perseguiu a vítima até a residência, onde ocorreu a agressão fatal. VEJA O MOMENTO DA AGRESSÃO:

O corpo foi encontrado na manhã do dia seguinte por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM). A Justiça decretou a prisão temporária do suspeito, que já estava foragido.

Após a captura, Brunno foi encaminhado à delegacia de Peruíbe e, posteriormente, transferido para a cadeia pública da cidade, onde permanece à disposição da Justiça. VEJA O MOMENTO DA PRISÃO:

A advogada Mikaella Nakatsu, representante da família da vítima, afirmou que a prisão representa um avanço importante na busca por justiça. No entanto, a defesa também cobra a responsabilização de testemunhas que presenciaram o crime e não prestaram socorro.

Segundo ela, ao menos uma dessas pessoas já foi identificada. A advogada destacou ainda confiança no trabalho da DIG de Itanhaém e reforçou que a família espera que todos os envolvidos, direta ou indiretamente, sejam devidamente responsabilizados. O caso segue em investigação.

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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