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Avô de crianças que morreram em incêndio é preso ao chegar no aeroporto de Salvador

O caso que vitimou as crianças aconteceu no domingo (3). Segundo a Polícia Civil, o incêndio começou após uma das crianças atear fogo em um colchão enquanto brincava com um isqueiro dentro da residência.

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  • O avô das crianças mortas foi preso ao chegar no Aeroporto Internacional de Salvador.
  • Ele tinha um mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime de homicídio, referente a um crime ocorrido em 11/10/1998.
  • A mãe das crianças foi presa e teve a prisão preventiva decretada após o incêndio que matou os filhos.
  • O incêndio começou após uma das crianças atear fogo em um colchão com um isqueiro dentro da residência, na Bahia.
Crianças mortas na Bahia | Foto: Reprodução
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O avô das crianças que morreram carbonizadas em um incêndio em Serrinha (BA) foi preso na segunda-feira (4) ao chegar no Aeroporto Internacional de Salvador. Ele tinha um mandado de prisão preventiva em aberto pelo crime de homicídio. 

De acordo com a Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), o idoso é avô paterno das crianças e estava no Rio Grande do Sul. Ele foi preso quando retornava para a Bahia, onde ocorreu o incêndio que matou os netos. O mandado de prisão é referente a um crime ocorrido em 11 de outubro de 1998, em Salvador. Conforme as investigações, o suspeito e outros homens teriam matado uma pessoa a facadas.

CRIANÇAS MORTAS 

O caso que vitimou as crianças aconteceu no domingo (3). Segundo a Polícia Civil, o incêndio começou após uma das crianças atear fogo em um colchão enquanto brincava com um isqueiro dentro da residência. As vítimas foram identificadas como:

  • Jeremias de Jesus Borges, de 6 anos;
  • Samuel Nascimento de Almeida, de 4 anos;
  • Ismael Nascimento de Jesus Borges, de 11 meses.

Casa onde crianças foram mortas na Bahia | FOTO: Reprodução/g1

O incêndio destruiu parte do imóvel antes da chegada das equipes de socorro  Segundo a Polícia Militar, a mãe das crianças relatou que havia saído de casa na noite de sábado (2) para participar de uma festa e retornou apenas na manhã de domingo, após o incêndio.

Ela foi presa ao chegar ao local da tragédia e, na segunda-feira (4), teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Em nota, o Conselho Tutelar informou que as crianças já haviam sido acolhidas institucionalmente em dezembro de 2025, após o Ministério Público apontar uma possível situação de violação de direitos, relacionada a condições precárias de higiene e saúde.

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