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Família de homem baleado em Teresina autoriza doação de córneas após morte no HUT

Segundo a família da vítima, foram realizadas várias tentativas ao longo dos anos para que ele saísse do mundo do crime.

Gildamar de Sousa Oliveira | Foto: Reprodução
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A família de Gildamar de Sousa Oliveira, de 36 anos, que morreu nesta terça-feira no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), após ser baleado na tarde desta segunda-feira (18), no Conjunto Manoel Evangelista, decidiu doar as córneas da vítima após o falecimento.

O homem, que já tinha passagens por furto e tráfico de drogas, teve a casa invadida por dois criminosos, que abriram fogo.

Segundo a família da vítima, foram realizadas várias tentativas ao longo dos anos para que ele saísse do mundo do crime. A tia de Gildamar, identificada apenas como Ana, foi até o HUT cuidar dos trâmites envolvendo o sepultamento, momento em que os familiares resolveram doar as córneas do homem.

O crime

Gildamar de Sousa Oliveira, de 36 anos, ficou ferido na tarde desta segunda-feira (18), após um ataque a tiros em sua própria casa, no Conjunto Manoel Evangelista, na zona Sudeste de Teresina.

A motivação do crime ainda é desconhecida, assim como a identificação dos envolvidos. As investigações ficarão a cargo do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Doação de córneas

A doação de córneas ocorre somente após o falecimento do doador e necessita da autorização da família. Podem autorizar a doação irmãos, cônjuge, pai, mãe, filhos, avós e netos.

Nos casos de morte por parada cardíaca ou morte encefálica, a retirada das córneas deve ocorrer em um período igual ou inferior a seis horas. O doador deve ter idade entre 2 e 80 anos. Outros fatores podem influenciar no prazo para a retirada.

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