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Brasil quase teve um presidente piauiense, mas uma tragédia mudou a história - O SUCESSOR QUE NÃO FOI

Natural de Valença do Piauí, Petrônio Portella teve papel decisivo na redemocratização e chegou a ser cotado para a Presidência - O SUCESSOR QUE NÃO FOI

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O SUCESSOR QUE NÃO FOI

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Todos esperavam o anúncio. Nos bastidores do regime, Portella era apontado como o nome mais forte para suceder João Figueiredo e se tornar o primeiro piauiense a chegar à Presidência da República. Quando, de repente, em 1980, o candidato promissor morreu aos 54 anos, em Brasília. Foi um ataque cardíaco que mudou o curso da história.

O próprio Figueiredo confirmou anos mais tarde a expectativa pela sucessão:

 "O Petrônio, que foi o meu ministro da Justiça, tinha chances de ser candidato (à Presidência da República), mas morreu no início do meu governo."

A morte prematura é apontada por historiadores como um fator que fragilizou o processo de redemocratização naquele momento.

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