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25 anos do 11 de Setembro: famílias ainda esperam por julgamento dos acusados - Viagens a Guantánamo e lembranças dos mortos

Vinte e cinco anos depois da tragédia, familiares temem novos atrasos e até que os acusados morram sem serem julgados pelo maior atentado terrorista da história dos Estados Unidos. - Viagens a Guantánamo e lembranças dos mortos

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Viagens a Guantánamo e lembranças dos mortos

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Stephan Gerhardt também acompanha o processo há anos. No início de 2026, ele fez sua sexta viagem a Guantánamo para acompanhar as audiências.

Seu irmão mais novo, Ralph, morreu nos atentados. Gerhardt afirma que gostaria de estar presente quando os responsáveis forem condenados, mas admite que preferia poder deixar o longo processo para trás e se concentrar nas lembranças do irmão.

"Quero me concentrar nas recordações", segundo ele.

Entre essas lembranças estão objetos que pertenceram a Ralph.

"Ainda conservo o carro de Ralph. Tento restaurá-lo e deixá-lo impecável de novo..."

"Pouco tempo atrás, visitei meus pais e encontramos algumas coisas dele guardadas. O que sinto é algo como 'sim, são só coisas velhas, mas pertenceram ao meu irmão mais novo'."

Para Gerhardt, o maior temor é que os acusados morram sem responder judicialmente pelas mortes.

"Eles estão envelhecendo", conta Gerhardt. "Não quero que eles morram sem terem sido condenados, pois seria uma injustiça com todos os familiares."

"Capturamos estas pessoas, mas nunca chegamos a julgá-las, nem condená-las pelo assassinato em massa dos nossos entes queridos."

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