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Suspeito de feminicídio no Maranhão se apresenta à polícia e é liberado por falta de mandado

Vítima de 27 anos foi morta a tiros após ex-companheiro não aceitar o fim do relacionamento

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  • Guilherme Sales Silva, de 23 anos, apresentou-se à Polícia Civil em São Luís após ser investigado pelo assassinato de ex-companheira.
  • O crime ocorreu na noite de segunda-feira em Paulo Ramos, onde Guilherme atacou Jacirene da Conceição Silva, de 27 anos.
  • Ele teria ido à residência da vítima, puxado-a pelos cabelos e, após retornar armado, efetuado diversos disparos.
  • Jacirene foi atingida na costela e não resistiu, enquanto outra pessoa foi baleada no braço e recebeu atendimento médico.
  • O delegado informou que o pedido de prisão preventiva foi protocolado após dificuldade em localizar a principal testemunha.
Acompanhado de um advogado, Guilherme prestou depoimento e foi liberado em seguida por não haver, até aquele momento, uma ordem judicial de prisão contra ele. | Foto: Reprodução
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Guilherme Sales Silva, de 23 anos, investigado pelo assassinato de sua ex-companheira Jacirene da Conceição Silva, de 27 anos, apresentou-se à Polícia Civil na última quarta-feira (16), em São Luís. Acompanhado de um advogado, ele prestou depoimento e foi liberado em seguida por não haver, até aquele momento, uma ordem judicial de prisão contra ele.

O crime ocorreu na noite de segunda-feira (14), na cidade de Paulo Ramos, a 283 km da capital maranhense. Segundo as investigações, Guilherme não aceitava o término do relacionamento. Ele teria ido até uma residência onde Jacirene estava com amigos, puxado a vítima pelos cabelos e saído do local. Pouco depois, retornou armado e efetuou diversos disparos.

Jacirene foi atingida na costela e não resistiu aos ferimentos. Uma segunda pessoa também foi baleada no braço esquerdo durante o ataque, recebeu atendimento médico e não corre risco de vida.

O delegado responsável pelo caso, Fernando Rezende, informou que o pedido de prisão preventiva só foi protocolado na quarta-feira devido à dificuldade de localizar a principal testemunha, ouvida apenas na manhã daquele dia.

A representação encaminhada pela Polícia Civil aguarda parecer do Ministério Público antes de ser apreciada pelo Poder Judiciário, que decidirá sobre o decreto da prisão preventiva. As investigações sobre as circunstâncias do feminicídio continuam.

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