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Camisa do Brasil na Copa do Mundo é a mais cara entre países campeões - Variação de preço no Brasil supera a inflação

Cruzamento entre a renda média mensal dos brasileiros e os R$ 749,99 cobrados pela Nike mostra que o Brasil é o país onde o preço do uniforme mais pesa no bolso do torcedor. - Variação de preço no Brasil supera a inflação

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Variação de preço no Brasil supera a inflação

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O preço da camisa da Seleção Brasileira sempre foi considerado elevado no país. Em 1998, às vésperas da Copa do Mundo FIFA de 1998, o uniforme custava R$ 84, valor equivalente a 64,6% do salário mínimo da época. Foi naquele ano que a Nike assumiu a produção dos uniformes em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol.

Mesmo assim, a valorização da camisa ao longo dos anos superou a inflação. Corrigido pelo IPCA, índice oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o valor de R$ 84 em 1998 corresponderia hoje a cerca de R$ 438 — bem abaixo dos atuais R$ 749,99.

Os aumentos variaram entre as Copas. Entre os Mundiais de 2014 e 2018, o reajuste foi de 36,7%. Já entre a Copa do Mundo FIFA de 2018 e a Copa do Mundo FIFA de 2022, o preço saltou de R$ 449,90 para R$ 699,99, alta de 55,6%, acima da inflação acumulada no período.

Para a Copa do Mundo FIFA de 2026, sediada por Canadá, Estados Unidos e México, o reajuste foi menor, de 7,1%, elevando o valor da camisa de R$ 699,99 para R$ 749,99. Ainda assim, o aumento permaneceu acima da inflação acumulada do período.

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