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Quando a música também cuida: como a musicoterapia pode contribuir para a saúde mental - Cada pessoa tem uma relação diferente com a música

Em meio às discussões do Setembro Amarelo, especialista explica como a música pode ser utilizada de forma terapêutica no cuidado com a saúde mental - Cada pessoa tem uma relação diferente com a música

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Cada pessoa tem uma relação diferente com a música

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Não existe uma música universal capaz de produzir o mesmo efeito em todas as pessoas.

Na musicoterapia, existe o conceito de identidade sonora, relacionado às experiências musicais que acompanham a história de cada indivíduo.

Uma música pode estar associada a uma conquista, a uma infância feliz, a uma pessoa querida ou a um momento difícil. Por isso, antes de utilizar determinado estímulo musical, é necessário conhecer o paciente e sua história.

Na prática, isso significa que até uma música considerada “relaxante” pode produzir efeitos completamente diferentes dependendo de quem a escuta.

“Para você ela tem um efeito bom, para mim ela pode ter outro”, explica Naor.

É justamente por isso que, segundo o profissional, a escolha dos estímulos musicais precisa ser conduzida com cuidado.

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