O termo “espectro” é utilizado justamente porque o TEA abrange perfis muito diversos, com diferentes características e níveis de necessidade de suporte. Atualmente, a condição é classificada em três níveis:
Nível 1 (leve): há dificuldades na interação social e na comunicação, mas a pessoa mantém autonomia na maior parte das atividades, com pouco apoio.
Nível 2 (moderado): as dificuldades são mais evidentes e exigem acompanhamento contínuo e intervenções regulares.
Nível 3 (intenso): há grande comprometimento da comunicação e do comportamento, com necessidade de suporte permanente.