Os cientistas também verificaram que adolescentes cujo tálamo apresentou crescimento mais lento tiveram maior frequência de alguns problemas comportamentais, incluindo comportamentos agressivos. No entanto, não foram identificadas associações entre essas alterações cerebrais e o desempenho cognitivo dos participantes.
Apesar dos resultados, os pesquisadores destacam que o estudo não comprova uma relação direta de causa e efeito entre o calor e as mudanças observadas no cérebro. Novas pesquisas serão necessárias para confirmar os achados e compreender melhor os mecanismos envolvidos.