Outro ponto levantado pelos pesquisadores é a dificuldade em medir a quantidade de adoçantes ingerida pela população. Em muitos alimentos industrializados, os rótulos informam apenas a presença dessas substâncias, sem detalhar a concentração utilizada, o que dificulta análises mais precisas sobre seus efeitos na saúde.
Diante desse cenário, os cientistas defendem que novos estudos sejam realizados para aprofundar o conhecimento sobre a relação entre adoçantes, microbiota intestinal e doenças metabólicas.
Enquanto isso, a orientação permanece a mesma: consumir esses produtos com moderação e priorizar hábitos alimentares saudáveis, reduzindo gradualmente a dependência do sabor excessivamente doce.