Segundo os pesquisadores, a principal hipótese é que a cicatriz deixada pela cesariana provoque alterações estruturais e imunológicas no útero. O corte realizado durante a cirurgia pode causar fibrose e modificar a formação dos vasos sanguíneos da região, tornando-a mais suscetível à invasão das células da mola gestacional.
Além disso, a cicatriz uterina pode funcionar como uma área de maior fragilidade, favorecendo a permanência e o crescimento anormal dessas células no tecido uterino.