A pesquisa foi realizada em parceria com o Centro de Doença Trofoblástica da Nova Inglaterra, vinculado à Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Foram analisados os prontuários de 2.904 pacientes atendidas entre 2002 e 2022 nos dois centros de referência.
Do total, 468 mulheres tinham histórico de pelo menos uma cesariana, enquanto 83,9% das participantes nunca haviam sido submetidas ao procedimento cirúrgico.
Os resultados mostraram que 26,5% das pacientes que passaram por cesárea desenvolveram a neoplasia trofoblástica gestacional, contra 20,8% daquelas sem histórico do procedimento. Após o controle de outros fatores de risco conhecidos, os pesquisadores concluíram que a cesariana representa um fator de risco independente para o desenvolvimento da doença.