As diretrizes foram elaboradas por especialistas das sociedades brasileiras de Patologia (SBP), de Urologia (SBU), de Oncologia Clínica (SBOC), de Radioterapia (SBRT), do CABEM Mais Vidas e do Instituto Oncoguia.
Segundo a oncologista clínica Ana Paula Garcia Cardoso, do Einstein Hospital Israelita, que participou do comitê responsável pelo documento, o câncer de bexiga é mais frequente em pessoas acima dos 50 anos e tem forte relação com o tabagismo. A doença também costuma atingir pacientes que apresentam outras condições de saúde, o que pode dificultar o tratamento.