O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP)vai investigar o crime. A vítima não tinha passagem pela polícia
Isabele Guimarães Rosa, de 14 anos, morreu ao ser atingida por tiro na cabeça, em julho.
O crime ocorreu no ano de 2009, em que o acusado tinha 20 anos e a vítima 13, com que se relacionou, tendo relações sexuais com a mesma sob a promessa de casamento.
O disparo acertou a mão esquerda da vítima, que transfixou alojando-se no joelho direito. O crime aconteceu no dia 04 de agosto deste ano.
Corpo estava em um buraco cavado em um cemitério na Estrada da Maioba. Horas antes, a polícia prendeu um homem que confessou ter aplicado um golpe na idosa
A condenação foi proferida pelo juiz Felipe Bacelar Aguiar Carvalho, em 17 de abril de 2015
Foram encontradas pelo menos 8 cápsulas deflagradas na cena do crime
Suspeitos do crime segue desaparecidos. O corpo da vítima foi encontrado por populares.
Os policiais seguiram com as diligências e logo capturaram e prenderam os autores do crime. A vítima foi socorrida e transferida para o HUT devido a gravidade dos ferimentos.
O policial militar reagiu e foi morto após ser alvejado. Um dos meliantes também foi baleado.
O acusado de cometer o crime foi visto saindo da casa da vítima.
Até o momento não há informações sobre a dinâmica do crime e se a vítima tinha envolvimento no mundo do crime.
'Estou vendo agora na prática até onde as pessoas são capazes de ir', afirmou influenciador digital em entrevista ao 'Jornal Nacional'.
A reconstrução não foi possível porque quando a vítima chegou na unidade de saúde já havia passado mais de 8 horas do crime
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Segundo ela, após invandir a casa e pedir alguns pertences e dinheiro, ele iniciou a tentativa de abuso e as agressões. Os relatos são fortes.
A vítima estava sozinha em casa no momento do crime, de acordo com a Polícia Militar.
Imagens de câmeras de segurança de uma residência na frente ao local em que ele foi morto, capturou toda a cena.
Na delegacia, ele confessou a autoria do crime, dizendo que primeiramente teria tentado atingir a vítima com uma garrafa e depois com um pedaço de madeira.
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O jornalista Arimateia Azevedo já havia sido preso em 2005, usando essa mesma prática delitiva de extorsão
A Polícia Civil também cumpriu mandados de busca e apreensão nos endereços residenciais.
Suspeito está sendo procurado desde o dia do duplo crime. A perícia encontrou vestígios de luta corporal, tortura e estrangulamento das vítimas.