A Agência Europeia de Medicamentos (AEM), com sede em Amsterdã, adiantou para 21 de dezembro uma reunião que discutirá a liberação da vacina desenvolvida pela Pfizer e BioNTech.
Especialistas criticam atitude, afirmando que a burocracia dificulta o acesso à vacina.
Testes de eficácia atingiraram patamar ideal, segundo governo de São Paulo
A análise foi feita com 22.714 participantes
Previsão inicial era de que documentos fossem entregues à Agência até dia 15 de dezembro. Dados sobre eficácia da vacina e demais informações a respeito dos testes feitos no Brasil devem ser enviado no dia 23.
Vacina da Pfizer, contra a Covid-19, já está sendo distribuída por todo o país e congratulando-se por se dar início, nesta segunda-feira.
A vacinação em dezembro ou no início de janeiro, informou a pasta, seria em caráter emergencial
Profissionais de saúde e pessoas com mais de 80 anos seriam os primeiros a receber as 800 mil doses iniciais distribuídas
Vice-presidente não mencionou a vacina de qual fabricante será utilizada e nem detalhou o plano de imunização
A Sputnik V é uma das duas vacinas fabricadas na Rússia que receberam aprovação regulatória, apesar de os ensaios clínicos estarem incompletos
A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados.
Monsenhor Gil cuida das pessoas e de seus animais também
A vacina ainda está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Anvisa
Matéria-prima pode virar até 1 milhão de doses contra a Covid-19.
A imunização de grupos prioritários será feita conforme a disponibilidade do produto.
Plano de vacinação brasileiro não prevê uso de imunizantes que exijam baixíssimas temperaturas de armazenamento, como é o caso do da Pfizer.
O país entregou o primeiro lote conhecido do imunizante a um hospital de Moscou
Além de quantidade insuficiente, grupos não contemplados nas pesquisas de imunizantes para Covid-19 devem ficar de fora, como gestantes e crianças.