A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
Num cenário estimulado sem França, Haddad marca 37%, contra 12% de Tarcísio, ex-ministro do presidente Jair Bolsonaro (PL), e 8% de Rodrigo
Levantamento ouviu 1.000 pessoas entre 6 e 9 de abril; margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos