João Luís Cabral chegou a ser preso no dia 26 de setembro, mas foi solto em audiência de custódia
A prisão foi feita por meio da Delegacia de Altos com o apoio operacional da Guarda Municipal.
De acordo com a PF o homem armazenava fotos e vídeos de abuso sexual infantil, os quais constam no banco de dados da Interpol
Na ação, os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva
Os arquivos contêm provas de que os abusos infantis eram cometidos por ele contra crianças e alguns adolescentes menores de 14 anos
A polícia também investiga a possibilidade de que o grupo tenha estuprado e ameaçado mais cinco vítimas: 3 em São Paulo, uma no Espírito Santo e outra no Amapá.
A polícia encontrou diversos vídeos de pornografia infantil, incluindo gravações dos abusos cometidos. As crianças aparecem implorando para que ele pare com os atos sexuais.
A investigação contra o suspeito foi iniciada neste ano, a partir de denúncias recebidas pela Polícia Federal, que reportavam indícios do crime de armazenamento de conteúdo de abuso contra menores
Conforme a Polícia Federal, foram encontrados materiais contendo pornografia infantil na casa do investigado.
A PF afirmou que o suspeito é um dos principais armazenadores desse tipo de conteúdo no estado do Amazonas.
O suspeito se apresentava como uma menina menor de idade através de um perfil falso em aplicativo de mensagens.
De acordo com a Polícia, o investigado usava o perfil para induzir as vítimas a produzir material pornográfico e enviar para ele
O investigado registrou cenas de sexo envolvendo três menores, sendo deles de apenas 13 anos. Após o vídeo vazar, Thiago Monção fugiu para a capital.
Horas depois foi preso em flagrante outro homem pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e recepção, no bairro Bela Vista.
Médico colombiano é suspeito de abusar de duas pacientes sedadas. Detido na Barra da Tijuca, ele também é investigado por produzir e armazenar pornografia infantil
Segundo a Polícia Federal, o casal divulgava os vídeos dos abusos sexuais cometidos com os filhos no exterior.
A operação tem como objetivo, reprimir crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet
O ator José Dumont virou réu pela segunda vez. Ele já responde por armazenamento de pornografia infantil.
Preso em setembro por armazenar imagens de pornografia infantil, o ator teve sua prisão pedida pelo MP
Dumont foi preso em flagrante por ter material de pornografia infantil em casa — seria a existência de uma outra potencial vítima de estupro.
Durante a operação de busca na residência do ator foram encontrados imagens e vídeos de sexo envolvendo crianças.
Ator disse que que as imagens eram de sua propriedade e faziam parte de um “estudo para a futura realização de um trabalho acerca do tema
A investigação aponta ainda que ele desenvolveu um relacionamento próximo com o menino, oferecendo ajuda financeira e presentes.
Estudante teria revelado fazer parte de grupos com ideais nazifascistas e antidemocráticos; Possuía conteúdo relacionado à pornografia infantil
Ao todo, para esta sexta, foram emitidos oito mandados de prisão preventiva e 104 de busca e apreensão, distribuídos em 55 cidades de 20 estados e no Distrito Federal.