. Por prerrogativa legal, Tatiana será custodiada em sala de Estado-Maior, no Quartel do Comando-Geral da Polícia Militar do Piauí (QCG)
Tatiana foi presa preventivamente na manhã de quinta-feira (3), em seu apartamento, na zona Leste de Teresina
Ela será ouvida em audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (4), no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI)
O grupo do qual Rebeka Episcopo faz parte também é acusado, de acordo com a Polícia de Segurança Pública, de sonegação à Segurança Social
A vereadora foi presa pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (3) em Teresina. Ela é suspeita de ter ligação com uma facção criminosa.
As investigações apuram suspeitas de crimes eleitorais, lavagem de dinheiro e ligações da parlamentar com facções criminosas.
CGU, PF e MPF apuram suposto favorecimento a empresa privada por servidora municipal
O MeioNews tentou contato com a defesa da vereadora e com a assessoria da ONG, mas não obteve resposta
Ela é suspeita de envolvimento com uma facção criminosa e de ter sido eleita com financiamento ilícito.
As investigações apontam indícios de que sua campanha tenha sido financiada com recursos de origem criminosa, supostamente ligados a uma facção.
A parlamentar foi presa nesta quinta-feira, 03 de abril, em Operação da Polícia Federal na capital do Piauí, Teresina.
A equipe de reportagem da Rede Meio flagrou o exato momento em que a vereadora foi levada dentro da viatura para a sede da Polícia Federal.
Segundo a PF, elementos apontam um vínculo entre a parlamentar com uma expoente de facção criminosa violenta com grande atuação no Piauí
De acordo com o delegado Sérgio Alencar, a mulher é suspeita de praticar diversos furtos no Centro da capital nos últimos anos
As mulheres, de iniciais L.R.S. e J.M., já estavam sendo monitoradas pela Polícia Civil
Ela revelou que já vinha planejando o crime há dias, mas encontrou a oportunidade de executá-lo naquela manhã.
Entre as três pessoas atingidas, duas eram crianças, de 5 e 2 anos e a terceira vítima era uma mulher de 20.
A ação foi realizada pelo Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) e do 5º BPM.
O Conselho Tutelar informou que a mulher já havia sido notificada e orientada anteriormente sobre os riscos da situação
O Comando Vermelho estava exigindo das empresas pagamentos mensais de R$ 20,00 por cliente, sob pena de represálias.
Segundo a investigação, elas se passavam por médicas e cobravam valores das vítimas.
A mulher foi identificada como Elina Cristina Ribeiro Silva, de 29 anos. O caso deve ser investigado pelas autoridades competentes.
Segundo o delegado Charles Pessoa, ela foi presa em cumprimento a um mandado de prisão por integrar uma facção criminosa.
Natacha Horana estava sob custódia desde dezembro de 2024, sendo investigada por suspeitas de participação em atividades ilegais, entre elas a lavagem de dinheiro
Empresas que recusam pagar a 'taxa' sofrem represália como ataques incendiários e rompimento de cabos.