O caso gerou revolta nos pais dos alunos que, após tomarem conhecimento do caso, realizaram uma manifestação em frente ao prédio da escola, em busca de esclarecimentos.
Suspeito foi preso durante uma abordagem da Polícia Militar. A vítima disse à polícia que o homem havia prometido dar a ele um celular e era professor da escolinha de futebol.
Essa é a segunda vez em que o acusado é preso. A primeira prisão ocorreu de forma temporária em novembro de 2021 em Fortaleza, (CE).
A jovem se trancou no banheiro de casa na tarde de segunda-feira (13) e pediu ajuda a docentes.
De acordo com investigações da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente, o acusado teria cometido os crimes assediando a adolescente no ambiente escolar
O réu foi denunciado no caso que ficou conhecido como “Exposed Ocara", quando várias vítimas de abusos sexuais começaram a expor, na internet, situações vividas.
Ainda segundo informações policiais, o investigado ludibriava as vítimas para que ele pudesse tocá-las, alegando que fazia parte das aulas para aprender a manusear os instrumentos musicais.
De acordo com as investigações, durante um atendimento especializado, a vítima teria contado os abusos sofridos por seu antigo professor.
O suspeito teria praticado os abusos por seis meses na casa onde dava aulas de reforço em São Luís.
A menina informou que outras alunas iam para a atividade, mas chegando lá nenhuma delas tinha comparecido.
. O caso fez com que a Federação de Judô de Mato Grosso do Sul suspendesse o acusado por 30 dias.
De acordo com a Polícia Civil, Elias Carlos de Oliveira usava sua posição como professor de música de uma escola do município para abusar dos alunos.
Ele é professor de Educação Física e foi condenado a mais de 8 anos de prisão pelo crime cometido no dia 15 de junho de 2011.
Dennis foi demitido do Gabinete do Xerife da Paróquia de Livingston (LPSO)
Juiz sacou uma pistola e apontou para o homem acusado de abuso sexual
De acordo com o delegado de Amparo, decisão prevê que o homem responda a todo o processo preso.
Crime ocorreu quando a mulher de 48 anos estava no local se preparando para realizar a reposição de uma aula na zona leste da capital
Suspeita é de que o homem que a estuprou tenha entrado pela porta principal da escola
egundo a polícia, as investigações em torno do crime foram iniciadas no mês de março, mas estavam em sigilo.
Homem foi até a delegacia e registrou um boletim de ocorrência por estupro de vulnerável
Polícia Civil acredita que outras estudantes podem ter sido vítimas
Americano pagou uma quantia em dinheiro para praticar o crime.
Estupro
O caso ocorreu no município de Corrente, extremo Sul do estado.
A jovem procurou a Delegacia da Mulher, localizada no Centro da Capital, para fazer a denúncia contra o professor de Direito.