A nova pesquisa Ipespe, divulgada hoje, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém à frente nas intenções de votos das eleições de 2022 à Presidência.
Na pesquisa estimulada, o ex-prefeito Sílvio Mendes lidera com 28,19% das intenções, caindo 12 pontos no comparativo ao levantamento anterior. Fonteles aparece com 21,59%.
Os aliados ainda teriam pedido para que Bolsonaro indicasse em seu lugar o ministro Tarcísio Freitas
A pesquisa ouviu 3.667 pessoas entre os dias 13 e 15 de setembro em 190 cidades brasileiras
Relatório da senadora Zenaide Maia foi aprovado sem mudanças e segue para sanção do presidente.
Para pressionar Camilo a "fechar" com Lula em 2022, o PT quer que o governador dispute uma vaga do Senado.
O governador de Alagoas ainda elogiou o trabalho do seu pai, Renan Calheiros, na CPI da Pandemia e criticou a 'imunidade de rebanho'.
O petista aparece à frente do mandatário tanto na pesquisa estimulada quanto na espontânea
"Teremos problemas nas eleições no ano que vem", repetiu Bolsonaro, ecoando fala sua e de apoiadores que ganhou força nos últimos dias
Para ser empregada, a queima controlada precisa de autorização prévia do Sistema Nacional do Meio Ambiente
O pedetista Ciro Gomes (PDT), que deve disputar a quarta eleição presidencial, tem 7%
No Nordeste, Lula tem 61% das indicações de voto, enquanto Bolsonaro atinge 18%
Os entrevistados poderiam apontar para o Datafolha múltiplas escolhas, com a possibilidade de rejeitar mais de um possível candidato
O senador piauiense disse que o relator da CPI foge do principal tema: a apuração de desvios na pandemia.
Esquerda faz pacto com "bolsonaristas arrependidos" por impeachment de Bolsonaro
Povo que vota em Lula merece sofrer, diz Bolsonaro
No último levantamento realizado pelo instituto, Lula contava com 25% das intenções de voto, contra 27% de Bolsonaro
Pesquisa mostra o petista com 29% das intenções de votos ante 28% do atual presidente
A tese que liga lockdown a aumento de doenças mentais é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que usa essa e outras justificativas econômicas para resistir à necessidade de firmar decretos que fechem o comércio e reduzam a circulação de pessoas pelas ruas.
Como a empresária se tornou o símbolo de união das mulheres no Brasil e tem unido boa parte do PIB em prol de uma única causa.
Ele voltou a recorrer ao falso argumento de que a votação foi fraudada para justificar sua derrota para o democrata
Presidente disse que autorizaria a compra da vacina caso haja comprovação da sua eficácia pela Anvisa e se o preço for acessível.
Ela começou o discurso citando uma frase do congressista John Lewis, que faleceu em julho: "A democracia não é um estado, é um ato".