O parlamento húngaro aprovou com 188 votos a favor e seis contra a entrada da Suécia —após adiar a decisão por mais de 18 meses.
Finlândia e Suécia possam ser protegidas pela cláusula de defesa, que diz que um ataque contra um aliado é um ataque contra todos.
Para ingressar na organização, os dois países precisam da aprovação unânime dos Estados-membros, e o único a se opor publicamente é a Turquia.
A Suécia abandonou no mês passado sua estratégia de permitir a abertura quase plena de sua sociedade e anunciou novas medidas de controle
Chefes de Estado sul-americanos predominam entre as autoridades.
'Choque enorme', diz Ursula von der Leyen, ministra de Defesa