Sistema de saúde do Amazonas vive colapso com recordes de internação devido ao alto contágio do novo coronavírus e a falta de cilindros de oxigênio nos hospitais. Governo do Paraná fala em 61 bebês que precisam ser transferidos.
Médicos e enfermeiros têm se revezado em escala para ventilar manualmente os pacientes.
O Norte do país é a que aparece no topo do ranking nacional.
Dois aviões da FAB fizeram o transporte do material para ajudar os hospitais da capital do Amazonas, que entraram em colapso após recorde das internações por Covid-19 .
A aeronave não decolou por falta de oxigênio suficiente para a remoção dos pacientes com segurança
Sem oxigênio nos hospitais, Manaus vive uma crise sem precedentes por causa da pandemia de Covid-19
Voo partiu na madrugada desta quarta-feira (13), do Rio de Janeiro, e fez escala em Brasília. Capital do Amazonas vive segunda onda de Covid-19.
Prefeitura de Marília (SP) precisou transferir para outro município um paciente por falta de vagas nos hospitais locais.
País nunca havia superado 4 mil mortes pelo vírus em um único dia.
De acordo com o Ministério da Saúde do Japão, os quatro infectados estiveram no Amazonas.
Médico afirma que récem-nascidos morreram asfixiados pela fumaça. Causa das chamas é desconhecida.
País bate recorde de vítimas pelo terceiro dia seguido.
Além disso, o Imunizante evita 100% de casos moderados e graves da doença nos pacientes.
O país tem mais de 845 mil casos confirmados de Covid e 11,9 mil mortes, segundo balanço da Universidade Johns Hopkins.
Balanço das ações da CGE destacam economia aos cofres públicos e medidas de eficiência
Casos ativos da doença seguem em alta e mais cinco óbitos foram registrados no domingo (3)