O acusado foi preso em sua residência logo após o crime e a faca utilizada no homicídio foi apreendida no local.
O suspeito chegou no bar com dois comparsas e anunciou o assalto, porém uma pessoa ainda não identificada reagiu e acabou atirando contra eles
Segundo os policiais, a vítima já tinha sofrido uma tentativa de homicídio há cerca de 2 meses
O crime aconteceu após discussão entre a vítima e o acusado, que ingeriam bebida alcoólica em um bar.
O jovem tinha várias passagens pela polícia, inclusive havia deixado o Centro Educacional do Menor (CEM) há cerca de duas semanas
A vítima estava saindo de um bar, quando dois homens chegaram em uma motocicleta e efetuaram cerca de cinco disparos na cabeça da vítima, que morreu no local
De acordo com informações da Polícia Militar, o caso está relacionado a uma rixa entre vítima e acusado, que foi identificado como Genivaldo Alves. Ele foi preso em flagrante pela Força Tática.
A vítima respondia processos por assalto a banco e por um homicídio
No local onde as vítimas foram encontradas estava acontecendo um 'Tribunal do Crime', pois o adolescente e o jovem pertenciam a facção criminosa Bonde dos 40, inimigos do PCC.
A vítima estava dentro de casa, quando foi surpreendida pelos suspeitos que efetuaram vários tiros
De acordo com as testemunhas, teria havido uma discussão entre o suspeito e um dos tios, que teve uma filha engravidada pelo sobrinho
A vitima teria tido uma discussão com o suspeito do crime por conta de uma divida
Jonas Pedrassa foi encaminhado à Santa Casa de Monte Aprazível (SP), mas não resistiu aos ferimentos
A vitima foi morta com pelo menos quatro tiros que teriam sido efetuados por uma dupl
A polícia acredita que a vítima tenha sofrido um acidente de moto.
Entre os presos, estão três suspeitos de envolvimento no assassinato de Léo do Cimento, morto durante assalto em um sítio em janeiro deste ano.
A vítima foi abordada por dois suspeitos que estavam em uma motocicleta
Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda foi acionada, mas Hélio Lustosa, que trabalhava como pedreiro, já estava sem vida.
O vídeo gravado por Samuel Borges faz parte do inquérito como prova do crime.