Havia também um mandado de prisão contra o pastor Marcos, mas ele já está preso
IML registra 13 mortes violentas no final de semana
Empresário entrou armado em um apartamento de Alphaville, matou um casal e depois se matou
No acidente, ele machucou a cabeça e precisou ser atendido por profissionais de saúde da unidade prisional
Em telefonema, Marcos Pereira teria pedido presença de adolescente em orgia
Caso não fosse aprovada ontem pelas duas Casas do Congresso, medida perderia a validade
De braços abertos para a liberdade
No momento, o Senado corre contra o tempo para aprovar até às 23h59 a medida
Após 2 meses, restos mortais devem ser sepultados nesta quarta-feira (15)
Suspeito colocou o celular dentro de uma lixeira, diz polícia
Ao ser preso, Marcos Pereira afirmou não saber quais eram as acusações.
Parte dos crimes aconteceram em apartamento em Copacabana
Maioria dos condenados que apresentou recursos pede a redução de pena.
Os honorários advocatícios na jurisprudência do STJ
Roberto Carlos tenta barrar livro que trata de cultura durante a jovem guarda
Ele foi considerado culpado dos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.
O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio
Peritos ressaltam que "adiantado estado de decomposição" afetou análises. Executivo da Yoki foi morto em maio de 2012 por Elize Matsunaga.
MASSAPÊ: Conferência da Cidade discute ações e metas para desenvolvimento urbano da cidade
Hoje político, Édson Moreira foi o delegado responsável pelo caso. Marcos Aparecido é acusado de matar Eliza e ocultar o cadáver.
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de matar, esquartejar e ocultar o corpo da modelo Eliza Samudio
Um dos indícios foi encontrado na casa do ex-policial Marcos Aparecido, o Bola: uma foto em que 2 homens aparecem com cruzes marcadas na testa
Ouvidor da SEPPIR defende adoção de cotas raciais no serviço público
Publicação no "Diário de Justiça" abre prazo para recurso dos condenados. Réus terão dez dias, a partir de terça-feira, para questionar penas.
Em março, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão e citou bola como o homem que asfixiou Eliza