O segundo colocado é o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 35%.
Lula avançou 0,92% no comparativo com o levantamento da semana passada. Bolsonaro teve uma alta de 0,58 ponto percentual
O cenário mostra o amplo favoritismo de Lula no Estado, que historicamente tem dado vantagem aos pleiteantes do partido na eleição presidencial
Na simulação de segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 53% a 40%, ante 52% a 39% na pesquisa de 29 de agosto.
O novo levantamento aponta uma diferença de 8 pontos percentuais, contra 11 do levantamento anterior, realizado há pouco mais de um mês
Candidato a presidente pelo PT lidera com 44% seguido por Bolsonaro com 32% em nova pesquisa Ipec
Pré-candidato a presidente pelo PT lidera pesquisa de intenção de voto estimulada no Piauí com 76,57%
Em um eventual segundo turno entre o petista e o atual presidente, o presidente Lula chega a 69% contra 21% de Bolsonaro.
Para a pesquisa, o instituto entrou em contato por telefone com 1.000 entrevistados, de 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 18 de maio
Em relação à pesquisa anterior, a distância entre Lula e Bolsonaro era maior. O petista tinha 42,2%, enquanto o atual mandatário tinha 28%
Na sequência, aparecem Ciro Gomes, com 10%, Doria, com 3,3%, e Simone Tebet com 1,1%
Nova pesquisa EXAME/IDEIA ainda mostra vantagem do petista em relação ao principal adversário
Julgamento foi iniciado hoje na Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal)
Rio de Janeiro entra na última etapa do plano de flexibilização das medidas contra a Covid-19.
As atualizações de cadastro devem ser feitas na sede do Setut, mediante agendamento pelo telefone (86) 3214-5610, de segunda à sexta, das 8h às 17h.
Neste primeiro momento, o desbloqueio será permitido somente aos alunos do terceiro ano do Ensino Médio/Pré-Enem e oitavo período.
O estudo ouviu 2.002 pessoas, de 15 a 18 de janeiro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação.
Pedido foi apresentado pela defesa quando Moro deixou de ser juiz para assumir ministério. Caso começou a ser analisado no ano passado, mas decisão foi adiada por pedido de vista.
Na última sexta, o ministro Luiz Fux suspendeu a decisão inicial
Caberá à presidente do STF,ministra Cármen Lúcia, marcar a data
Em seguida aparecem os ex-ministros Marina Silva e Ciro Gomes