Um terceiro caso suspeito, de um passageiro que veio da Etiópia e desembarcou em Guarulhos, ainda está sob investigação do Lutz.
Os dados foram comparados com outros 25 pacientes com COVID-19 não transplantados (grupo controle), pareados por idade e sem comorbidades.
Em um estudo com 26 pacientes que tiveram COVID-19, os pesquisadores verificaram por meio de exames de ultrassom que mais da metade deles apresenta inflamação no epidídimo
A cepa, que acaba de ser classificada pela OMS como "preocupante", já tinha sido identificada no Brasil durante a Copa América
Segundo os estudos elas não costumam sentir febre, tosse e desconforto respiratório
Erupções cutâneas, urticárias e manchas devem ser analisadas por especialistas e podem indicar a doença
A pesquisa mostra que crianças saudáveis, infectadas pela doença, podem apresentar lesões inflamatórias extrapulmonares
Viajante de 32 anos, morador de Campos dos Goytacazes, desembarcou no último sábado (22) no Aeroporto Internacional de Guarulhos
Os resultados do estudo, apoiado pela FAPESP, foram publicados em artigo na revista EClinicalMedicine, do grupo Lancet.
Foram 1.390 mortes registradas até 18h18, 250.036 óbitos desde o começo da pandemia
Cientistas pedem medidas de proteção mais rigorosas nos aeroportos brasileiros. O temor é de que a variante da Covid que hoje é responsável pela maioria dos casos no Amazonas se espalhe pelo país.
A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado
Vírus é da mesma 'família' que surgiu no Reino Unido. Dois pacientes tiveram a nova variante. Preocupação é que os testes atuais possam apresentar falsos negativos.
Antônio Carlos Vaca (PSDB) estava internado desde o dia 24 de maio em um hospital particular de Bauru (SP). Segundo a família, ele esteve em São Paulo havia dois meses.
Assim como o Brasil, outros países viram o número de casos e mortes aumentar nos primeiros 50 dias do surto e tomaram medidas para conter o avanço, em maior ou menor grau:
A maioria dos mortos ainda aguarda por um teste oficial da doença.
A partir de agora, os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) dos 26 estados e do Distrito Federal estão capacitados para realizar exames para o coronavírus como parte do esforço de enfrentamento à doença.
Mulher passou três semanas na casa de um familiar, em São Paulo, e voltou para a São Vicente com febre e falta de ar.
O Ministério da Saúde está gradativamente dando condições aos Lacens, que são os laboratórios centrais dos estados, para que, também, possam realizar o segundo teste.
A capacitação dos 27 Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) foi realizada pelos institutos vinculados ao Ministério da Saúde para descentralizar o diagnóstico do coronavírus.
Segundo Secretaria de Saúde do DF, mulher de 52 anos apresenta 'síndrome respiratória aguda severa.