A Austrália vive um dos piores incêndios florestais dos últimos anos, desde setembro de 2019.
Primeiro-ministro do país convocou 3 mil reservistas das Forças Armadas para conter as chamas. Ao menos 1.200 casas foram destruídas.
O Corpo de Bombeiros aponta que, segundo o grupo, o celular gerou um foco de incêndio
Estrutura onde ficavam macacos foi completamente destruída nas primeiras horas desta quarta-feira (1º). Imprensa local diz que mais de 30 animais foram mortos e polícia aponta lanternas chinesas como provável causa do incêndio.
Segundo Corpo de Bombeiros, ainda não se sabe o que causou as chamas.
As chamas que se alastram por várias regiões do país da Oceania estão dizimando a população de coalas, um dos símbolos mais conhecidos na natureza australiana.
Bombeiros combatem chamas no segundo andar de um prédio comercial. Local funciona uma gravadora. Ainda não há informações sobre feridos.
Segundo o Corpo de Bombeiros, não há informações sobre vítimas.
Algumas das vítimas se atiraram do topo do edifício para escapar da fumaça quente e tóxica. Incidente foi considerado o mais grave do tipo na história de Las Vegas.
A prefeitura havia realizado reformas no local e o canteiro de obras ainda estava armado.
O adolescente foi levado a uma área segura e deixado com a polícia, que o devolveu à família.
Alvim também se comprometeu a avaliar as possibilidades de atualizar o valor do Vale-Cultura, atualmente em R$ 50
O fogo se alastrou consumindo móveis, eletrodomésticos, mercadorias e comprometendo ainda a estrutura do prédio
Empresas precisarão receber um certificado do governo indicando que não utilizaram componentes que representem riscos à segurança nacional
A decisão liminar – provisória – atende a pedido da Defensoria Pública (DPRJ) e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Segundo moradores, por volta das 5h foram ouvidos barulhos de explosões e, em seguida, uma grande cortina de fumaça podia ser vista na região.
A exposição Anjos da Terra abre o Natal de Sonho e Luz, que este ano conta com programação em todo o corredor cultural da Praça Pedro II, Palácio de Karnak e Museu do Piauí.
O corpo do menino foi enterrado e os pais da criança perderam todos os bens no incêndio.