PM encontra 2 tatus e um jacu morto e prende 9 caçadores em Jurema
Segundo a PM, homens circularam com os idosos em um carro por 5 horas até o resgate ser pago.
Policiais do 9º BPM estão em diligência no intuito de identificar e capturar os suspeitos que efetuaram os disparos contra os PMs.
A ação teve apoio de agentes do 9° Batalhão de Polícia Militar (BPM).
A PM esteve no local para atender a ocorrência e averiguou que os danos foram apenas materiais.
Policiais Militares do 8° BPM atenderam a ocorrência. A área foi isolada para o trabalho da Perícia Criminal.
O município está localizado na microrregião de Teresina (hoje RIDE - Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina),
Policiais militares do 5° Batalhão de Polícia Militar (BPM) estão no local realizando o isolamento da área e dando início às primeiras diligências.
Agentes do 11° Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Timon foram acionados ao local e realizaram o isolamento da área.
Depois de muita insistência dos policiais, o acusado soltou a faca e tentou pegar uma espingarda que estava próximo.
Com A.J.LS. e J.M.N, a PM informa que foram encontrados dois revólveres municiados de marca Taurus calibre 38 e 32, respectivamente, e na carroceria do veículo haviam sete ovelhas.
Em entrevista ao Meionorte.com, o tenente Chaves, do 11° Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Timon, informou que as equipes foram informadas do corpo por volta das 6h30.
João Gomes, ex-prefeito de Sigefredo Pacheco, deverá cumprir prisão domiciliar por conta da pandemia de Covid-19
Um teste para detectar Covid-19 foi realizado, mas o sargento testou negativo.
Os motivos da tentativa de homicídio ainda são desconhecidos. A PM faz diligências na tentativa de capturar os suspeitos.
O preso confessou o crime após ser interrogado e alegou ter matado a vítima porque não aceitava o fim do relacionamento.
O cachorro, chamado Brunão, teve seu olho esquerdo atingido pelo disparo. O ferimento não foi grave e, segundo a PM, ele já está bem.
O motorista do carro fugiu do local sem prestar socorro para a vítima.
Os criminosos usavam toucas ninjas e teriam se identificado como policiais federais.
Carlos teria desferido os golpes na altura do peito de Edivan.